Um velho cruza a soleira
De botas longas, de barbas longas
De ouro fino o seu colar
É o terço brilhante
Nos dedos de minha avó
Que rezava todas as noites
E o velho nunca dormia só...
Dias dormia à beira do fogo
com as costas doendo
Sentindo o peso de idade
Meu velho avo quando se lembrava
de sua querida mãe quase morria de saudade...
Meu avo velho tropeiro da família
nunca deixou a minha avó só...
Pois nasceu no sul e no sul morrerá
Pois o sul tem muito a nos dá...


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